Amigo, sim! Companheiro… Jamais!


images-1ueuueujistgstgsgggVimos ao mundo para reverter tendências e bater de frente com unanimidades se preciso for. Devemos ter a polêmica sempre tratada com muita eloqüência e paixão e, sobretudo, como exercício de vida.  Desta maneira, concluiremos que sem o bom debate a criação não terá brilho,  habitual e mecânico será o sorriso em nossas faces fazendo desaparecer de nosso ser o dom da indignação, a vontade não será mais nossa, a idolatria transformar-se-á em nosso norte, os dias não passarão como antes e acabaremos vivendo o sonho dos outros. Amigos que são, e devem ser para toda vida, desaparecerão e darão lugar a companheiros de massa, que por definição são temporários e para determinadas jornadas, apenas. Nessas horas a razão com a educação de berço, com bons e verdadeiros amigos, unidos em reflexão será fácil evitar que façamos, agora, algo de que possamos no futuro nos envergonhar!

Não troque, jamais, um amigo por um companheiro!

Companheiro é coisa do escroto de 9 dedos.

5 comentários em “Amigo, sim! Companheiro… Jamais!

  1. O trabalhador não precisa de um sindicato para ter seus direitos, ele mesmo deveria ter conhecimento para tal, mas em um país onde não existe educação isso é impossível. Hoje não precisa de sindicato lutando por salários melhores, O funcionário sabe exatamente quanto sua função merece, e caso ele não estiver satisfeito procure outro que pague, ele vai achar.
    Temos que parar com esse movimento de esquerda, isso não existe, é uma nuvem de pensamento utópicos que não funciona. Se hoje vc pegar todos bens e redistribuir de maneira igual para todos cidadão, no outro dia vai ter pobre e ricos. Riqueza não trás felicidade.

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  2. Individuo que faz parte do “sistema” (como diria o ficticio coronel Nascimento), jamais vai entender porque o brasileiro fez uma “opção inadequada e infeliz” em 2002, volta a repetir esta opção agora em 2010.
    A sua posição contrária aos movimentos sindicalistas demonstra que o que vc quer é o trabalhador, amordaçado e sem direitos, tenho pena de pessoas como vc.
    Obs não voto no PT, nem sou sindicalista sou um brasileiro comum!

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  3. No início era contra os movimentos grevistas ou como era chamado na época, paredista, devido educação de berço. Hoje, sou contra as greves porque elas não reividicam nada em pról do trabalhador, são nada mais que massa de manobra de sindicalistas que viram em Lula, o segredo de enriquecer sem o suor do trabalho.

    Morei perto do famigerado Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, vi os movimentos totalitaristas travestidos de movimento sindical, vivi o desconforto de ter minha casa sobrevoada pelos helicópteros do Exército bem como, impedido para transitar pelas pricipais vias daquela cidade, hoje governada também por um oportunista sindicalista e ex-ministro em duas pasta do governo Lula.

    Votei em Fernando Collor de Melo imaginando estar impedindo o acesso do pernambucano ao Planalto, não votei em Collor de Melo por qualquer mérito de seus apêlos como candidato.

    Com a eleição de FHC e seu governo, imaginei que estava lançado a pedra fundamental para o início de um Brasil grande, próspero, tecnológico e socialmente justo. Ao findar do seu segundo mandato, sentia calafrios com o crescimento de Lula, impressão igual compartilhada nos meios financeiros internacionais, fazendo o risco Brasil passar de 3500 pontos e a forte desvalorização do real.

    A eleição foi muito constrangedora para mim, onde vi e ouvi de colegas acadêmicos portadores de titulação como pHD em física, justificativas de porque iriam votar para o ex-sindicalista. O constrangimento não parou nestes níveis e tive de suportar a confissão de entes queridos que teriam votados para a figura. Sentia-me intimamente derrotado e me questionando porque eu detestava a figura se pessoas tão próximas a mim, viam naquele indivíduo qualquer valor dignos dos seus votos.

    O meu desgosto em relação a política chegou a tal nível, que boicotei as eleições seguintes e, para não perder o meu direito de voto, paguei as multas ao TSE. Hoje vejo com algum regozijo que Lula não tem tanto poder de persuasão e também o crescimento dos anti lulistas; espero ardentemente que em outubro se defina os destinos do Brasil com a eleição de José Serra, pois será terrível ver e conviver com a marionete em forma de mulher na presidência do Brasil pelos próximos quatro anos, isto se ela não der um golpe em Lula e pretender mais quatro.

    Desde 2002 tenho procurado entender o que levou a população brasileira para uma opção tão inadequada e infeliz, mas como a democracia preconiza que a maioria vence passei a suportar a decisão; hoje, já na segunda metade da vida, sinto uma espécie de satisfação quando vejo jovens defendendo o indefensável, pois diferentes do que penso ou me espera, eles terão de suportar por muito mais tempo os demandos que certamente virão com a eleição da ex-terrorista.

    Da era dos governos militares, só lamento que os portadores de “belos currículos” como José Dirceu, Genoíno, Franklim Martins, Gabeira, Vannuchi, Dilma Vana Roussef Linhares e tantos outros, não foram desaparedidos para sempre.

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