Respeitem-nos!

RESPEITEM-NOS!

QUEREMOS SER  IGUAIS SOMENTE PERANTE ÀS LEIS, CULTURALMENTE: NÃO.

A estratégia lulopetista, muito difundida pela REDE GLOBO, para mascarar a realidade e forçar a aplicação de uma estereotipagem nacional moldada em  costumes de uma única região é, ALÉM DE INACEITÁVEL, revoltante.

O lulopetismo, a Rede Globo fazem o possível e o impossível para banalizar a homossexualidade : o Governo com medidas

catsREUERYIMLYIUe leis que protegem e os beneficiam; a rede Globo com a

constante presença de tipos e personagens gays através de suas produções onde são tratados como “bacaninhas” , “caricatos”, amigos leais e fiéis escudeiros, incapazes de trair, de matar, de roubar ou de se prostituirem em movimentadas avenidas mostrando bundas e tetas siliconadas, faltando muito pouco para a canonização.

Querer que todos acreditem  que brasileiros não vivem sem samba e sem bundas suadas sacolejantes em rodas de samba e em avenidas, vendendo a imagem para o exterior de que  brasileiros passam o dia na praia para reunirem-se à  noite  no forró, ou em boteco, ou  na escola

de samba , por exemplo, chega a ser humilhante é revoltante, para não dizer provocativo ou outra coisa pior para quem é do sul do sudeste ou do sul.

NÃO SOMOS E NEM QUEREMOS SER ESSE ESTEREOTIPO  DE BRASILEIRO GLOBAL E LULOPETISTA!

Mudar o nome de FAVELA  para comunidade criando a falsa imagem de que lá é o paraíso onde todos são bons, felizes e honestos;

downloadhvjdfjjjjgMudar o nome  der viado para homo-afetivo;

Malhar a ideia de que miserável que sustenta família de cinco

filhos com R$1.500,00 é classe média;

que terrorista passou a ser “REVOLUCIONÁRIO” ,  que é aquele que nos salvou a todos de uma terrível e sanguinária ditadura militar nos anos 60, por este motivo,  merecem honrarias e que  lhes paguemos indenizações  e pensão vitalícia.

NÃO, EU NÃO SOU O BRASILEIRO QUE ENGOLE ESTA ESTEROTIPAGEM: ESTE NÃO SOU EU!

Não somos todos idiotas, não somo todos iguais àqueles que cultuam a imagem romântica de morros favelizados, achando que Stédille é merecedor  de comenda e de medalhas. NÃO SOMOS AQUELES QUE  APLAUDEM DOAÇÃO DE UM TERRENO CARÍSSIMO ( ou barato, tanto faz: é que neste caso é caríssimo) no centro de São Paulo para a construção do Instituto Lula.

Por fim, não somos unanimidade quanto ao vocabulário chulo, de mal gosto que os telejornais insistem em padronizar , tampouco podemos concordar com o assassinato dos verbos nos telejornais. Essa coisa horrível  que empurram  goela abaixo de todos  como “ fazê, marcô, procurá, entendê, violá, precipitÁ , PRECIPITÔ, TÂMO,  TAVA, TIVE” e por ai afora.

 

hh

bandidos...

NÃO NOS INTERESSA SE O BRASILEIRO DESTE OU DAQUELE ESTADO SE COMUNICA DESTA FORMA. NÃO QUEREMOS E NÃO ACEITAMOS O NIVELAMENTO POR BAIXO DO LULOPETISMO E DAS EMISSORAS CHAPAS BRANCAS PRATICADOS CRIMINOSAMNTE CONTRA A DIVERSIDADE CULTURAL NACIONAL. PADRONIZEM e priorizem o correto e tudo  aquilo que possa contribuir para educação e para o engrandecimento de nossa gente, respeitando  sempre as diferenças  regionais, sem imposições político/comerciais em detrimento de outras.

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