Imagine

Imagine – parte I

Curriculum_Vitae___Dilma_Roussef

Imagine uma situação onde todos os interesses afunilam-se em o direção  à obtenção de poder para uma escória que há muito já deveria ter sido escorraçada deste país afora. A escória a que me refiro nesta situação ou hipótese, como preferir, é aquela formada há décadas atrás por jovens desinformados e tolos e, talvez oriundos de famílias sem uma estrutura adequada ou simplesmente o desvio de caráter tenha ocorrido por debilidade deste ao conviver com idiotas semelhantes ao ponto de imaginarem-se capazes de promover uma guinada em nosso país jogando-o na mesma vala comum com a já prostituída Cuba dos assassinos Guevara e dos, também assassinos, Irmãos Castro, não se importando se, para conseguirem tal objetivo, tivessem que matar irmãos brasileiros, roubar, furtar sequestrar, explodir bombas em locais públicos. Foi uma década romântica, de eclosão de muitos ideais (muitos inteiramente equivocados, como mostra a história), do movimento hippie, da descoberta de muitas drogas. Procuremos visualizar os movimentos estudantis daquela época do ponto de vista um pouco mais globalizado, para isso precisaremos lembrar que os Estados Unidos sempre exportaram condutas  e moda para  o resto do mundo e naquela época não foi diferente. O problema  todo é que nossos jovens receberam um produto sem que estivessem preparados para absorvê-lo. O produto continha demasiada dose de liberdade para as cabeças já entorpecidas com as homeopáticas doses de liberalismo já encontradas  por  aqui. Assim, se desvios houve, a  culpa não foi de quem exportou, mas de quem recebeu (ou importou), sem que estivesse preparado sequer para desembalar o produto.
(continuando)

Para continuar o raciocínio, imagine um jovem chegando a São Paulo vindo de uma cidade interiorana de MG nos dias atuais… Imagine o impacto causado pelo choque cultural, imagine o deslumbramento de um¨¨¨¨¨AGORA DANDO NOME AOS BOIS¨¨¨¨¨¨  ´ZÉ mané DIRCEU chegando a SP para estudar!!! Cheio de contradições, querendo enturmar-se, pois de onde saiu, saiu como ‘isssspertuuu’ e isso era quase como uma obrigação de se   downloadiyi  dar bem, de se superar. Conhece aqui  alguns “cumpanherus”/mentores e lá está o Zé… Agora anti-estados unidos, anti yankes imperialistas. Agora é inimigo mortal da zelites roliudianas, é contra americanos e contra tudo aquilo que representam  embora não abdique do jeans americanizado e da cabeleira comprida do movimento hippie. Estuda em Sampa, manda fotos e noticias para a terrinha e vira celebridade por sua rebeldia.. Ah!!! Quanta glória! Estudar??? Para quê???

“-Eu sou rebelde profissional, tenho amigos ricos, como e bebo de graça e ainda dou uns tapas com umas minas das zelites”-

“ ““- Nem quero saber quem inventou o trabalho” A onda agora é fazer o que quiser, tem uns caras lá em cuba que até paga pra gente brincar de guerrilheiro, para explodir bombas, sequestrar, furtar, roubar e até matar  se preciso for”.

 

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