Lamarca -Ideal Enganoso!

Herói, jamais!

Dois mais dois são quatro, quem rouba é ladrão, quem sequestra é sequestrador. Com essa lógica Lamarca e seus seguidores eram bandidos.

Como adolescente que fui,na década de 70, não me ligava em política, mas já possuía senso a respeito do certo/errado suficiente para saber que matar, roubar, plantar bombas e seqüestrar era errado, que era crime e quem praticava tais atos era criminoso.

O bandido Lamarca fala claramente em suas cartas, em conceitos Leninistas e Marxistas. A maioria de nos sabe o que isso significa. Eu jamais me imaginei trabalhando para, no fim do mês, receber bônus de papel higiênico, bônus de creme dental, de camisa, ou calçado, pois isso é o que, naquela época- eu e meus contemporâneos víamos acontecer na terra de Lênin, eram filas sem fim para trocar bônus por uma asa de frango, e que – até hoje- acontece de modo semelhante na Cuba de Fidel “Paredon”, amigo e companheiro de Lula, Dilma, Dirceu, Franklin e companhia ilimitada de retrógrados brasileiros que ainda nutrem em seus ideários o pesadelo comunista como objetivo.

A história mostra que ditaduras, sejam de esquerda ou de direita, comunismo, socialismo ou qualquer movimento que tenha tolhido diretos à liberdade, à expressão, à propriedade ou de locomoção sempre foram repudiados pelo mundo, causaram indignação e causam ate hoje. China, Cuba, Irã são exemplos atuais de tirania e desrespeito à vida.

Cooptar com esses países e seus meios de repressão à liberdade é o mesmo que puxar um gatilho contra indefesos cidadãos é o mesmo que pedir para fazer parte de um pelotão de fuzilamento.


Felizmente, essa onda que assolou o mundo vem perdendo força. Hoje – somente os fanáticos saudosistas de “repúblicas bananeiras”, sob olhares vigilantes do mundo livre (deve-se salientar), imaginam ser possível implantar e reviver o sonho Leninista/Güevariano, talvez embalados pelo crescimento econômico da China ou pela sandice bélica de Chaves e Ahmadinejad, porém o que esses “bananeiros” precisam perceber é que ate o inflexível governo chinês,  que aos poucos vem tomando homeopáticas doses de capitalismo,
cedeu ao permitir que seu povo pudesse comercializar o excedente de produção e que, não fosse esse “pontapé inicial”, não estaria comemorando inúmeros recordes econômicos. Falta muito para que o chinês sinta-se livre, mas o pontapé inicial foi dado.  Governos como os de Cuba, Coréia do Norte e Irã chegarão a termo muito em breve!

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